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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Stay hungry. Stay foolish.

Ainda não tinha visto esse discurso do Steve Jobs de 2005 em Stanford (em inglês, sem legenda). Vi por intermédio do Ernesto Diniz, um tradutor super antenado que sigo no Twitter e Google+.

É uma daquelas coisas que vez ou outra você tem que escutar pra dar um chacoalhão e nunca perder de vista seus objetivos. Por isso resolvi colocar aqui para eu poder assistir sempre (espero que mantenham o vídeo no YouTube por muito tempo).

Abaixo do vídeo, transcrevi a parte do discurso do Steve Jobs de que mais gostei. Mas se você quiser ler tudo, está aqui. Steve Jobs é o cara, no doubt about it...



"Sometimes life hits you in the head with a brick. Don't lose faith. I'm convinced that the only thing that kept me going was that I loved what I did. You've got to find what you love. And that is as true for your work as it is for your lovers. Your work is going to fill a large part of your life, and the only way to be truly satisfied is to do what you believe is great work. And the only way to do great work is to love what you do. If you haven't found it yet, keep looking. Don't settle. As with all matters of the heart, you'll know when you find it. And, like any great relationship, it just gets better and better as the years roll on. So keep looking until you find it. Don't settle."

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Filme 3: "Canção de Baal" (2007?)


Podre. Ainda não pensei em um adjetivo que descreva melhor esse filme que assistimos ontem, o terceiro da lista. O filme começa em uma sala de um galpão com uns malucos falando umas coisas também malucas. Um desses doidos está pelado. Já nessa cena, vi que o filme não parecia um filme, mas sim uma peça de teatro. Os atores falavam e gesticulavam como atores de teatro e me senti, por vezes, assistindo uma peça do Zé Celso, com falas viajantes, vira e mexe um fumando seu cigarrinho de artista e uns nus frontais no filme todo. Pô gente, cinema é cinema, teatro é teatro. (Aliás, as peças do Zé Celso são bem melhores que esse filme.)

Eu e o Leo ficamos nos perguntando se esse seria o pior filme da lista. Tomara, né? Porque se tiver algum filme pior que esse, socorro. O filme só tinha 1 hora e 17 minutos, mas parecia que tinha 3 horas. Troço chato.

Mas daí, assistindo (porque, para variar, fiquei analisando o filme e falando durante ele todo - já que era chato, aproveitei pra ficar discutindo sobre ele com o Leo), fiquei pensando que a impressão que dá é que o filme foi feito para a crítica, para os intelectuais que conhecem a obra Baal do Bertold Brecht, na qual o filme foi inspirado. Porque faltava contexto, faltava informação para você entender a história, o porquê de as mulheres amarem o tal de Baal, porque, na minha opinião, não tinha nada para amar no Baal do filme. O cara era um bêbado, ficava cantando umas músicas podres, se vestia mal, tratava mal as mulheres, fora o fato de não ser um estereótipo de beleza. Até nos perguntamos se o começo do filme poderia estar faltando, uma vez que o tal do Baal aparecia na história já idolatrado por todos. Acho que quando alguém se presta a fazer um filme, tem que pensar que ninguém tem a obrigação de conhecer a obra na qual o filme se baseia. Mas, por outro lado, o filme é de quem fez e ele(a) que faça como bem entender, né, quem sou eu para ficar criticando? Mas o blog é meu e eu falo o que bem entender também... (Se é que alguém tá lendo meus solilóquios...)

Bem, continuando. Hoje, procurando umas coisas sobre o filme no Google para colocar aqui, ainda descobri que ele ganhou o prêmio de melhor filme pelo júri da crítica do festival de Gramado de 2009 (rá! não falei que tinha sido feito para a crítica?). E achei também no blog Sétima das Artes alguns fatos engraçados que o Ulisses Costa, dono do blog, coletou de quando o filme ganhou o prêmio, para vocês terem uma ideia a mais sobre o dito-cujo, vejam:

Frases ditas pelos personagens do filme Canção de Baal, de Helena Ignez (ex-musa do Cinema Novo), filme mais polêmico do Festival:

- O melhor lugar do mundo é a privada.
- Se você entendeu a história, é porque ela foi mal contada.
- Meu nome é Baal / Meu nome é Baal / Meu canto e poesia / eu faço com meu pau.

No debate sobre sobre Canção de Baal:

Um crítico da Rádio CBN: Eu entendi a história. Quer dizer que ela foi mal contada?
O mesmo crítico da Rádio CBN: Você disse que fez um filme para que as pessoas sentissem. Eu não senti nada, ao não ser sono e tédio.

Na cerimônia de Premiação, sábado:

Helena Ignez (sim, a diretora de Canção de Baal, num momento de total falta de modéstia ao receber um dos prêmios menores, o de melhor filme pelo Júri da Crítica): Não esperava subir no palco tão cedo.
(detalhe: esse foi o único prêmio do filme...)

Deu pra sentir? Enfim, não gostei e não recomendo. Mas, se quiser assistir, já sabe o que esperar...

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Mistério do planeta

Não me canso de ouvir essa música dos Novos Baianos. Acho a melodia e a letra incríveis. Se você nunca ouviu, lá vai a versão que acabei de ver no VocêTV com a letra abaixo:



Vou mostrando como sou
E vou sendo como posso,
Jogando meu corpo no mundo,
Andando por todos os cantos
E pela lei natural dos encontros
Eu deixo e recebo um tanto
E passo aos olhos nus
Ou vestidos de lunetas,
Passado, presente,
Participo sendo o mistério do planeta
O tríplice mistério do "stop"
Que eu passo por e sendo ele
No que fica em cada um,
No que sigo o meu caminho
E no ar que fez e assistiu
Abra um parênteses, não esqueça
Que independente disso
Eu não passo de um malandro,
De um moleque do brasil
Que peço e dou esmolas,
Mas ando e penso sempre com mais de um,
Por isso ninguém vê minha sacola